Um novo capítulo.

Mas e a estória?

Não saberei até o fim desse período. Sem promessas, sem expectativas… só folhas em branco a serem preenchidas.

às vezes com, ás vezes sem…

cautela.

às vezes com, ás vezes sem…

verdades.

Hora obscuras como o véu da noite. Hora tão claras que farão arder os olhos do leitor descuidado. Verdades inteiras e pela metade.

um momento…

pura ilusão de tempo. Tento mentir… ora, ora, ora… me escondo, me nego . Sou então meu próprio Pedro.

Fugir? Pra onde? Folhas brancas… não há qualquer lugar seguro.

“sede o que tú és” “sede o que tú és” “sede o que tú és”

Sede… e fome… de quê? pra quê?

Folhas brancas e um coração indomado. Amordaçado ainda, mas selvagem ainda.

(suspiro)

As chuvas de primavera já começaram e o quarto crescente já sorri os mistérios da Deusa.

Folhas brancas… caminhos.

Me escreva então “pois como é em cima é embaixo”. Pintemos este Universo macrospular.

Microcosmo. Um reinozinho já não tão particular.

Escrevas tú… sou eu a folha

viva.